Meu artigo de hoje é sobre...

14/03/2019


Sexta-feira 1º de março – Recebo e-mail da equipe Promoview confirmando a minha entrega do artigo do dia 14/03. Respondo com um OK e coloco nas minhas pendências para pós-feriado.

Terça-feira 12 de março – me atento que o pós-feriado já passou e ...almoço de aniversário da mamãe, faço de tarde, né?!

Quarta-feira 13 de março – muita correria no dia de ontem, agora que é madrugada e o silêncio impera, pode ser que venha a inspiração para fazer meu brainstorming de temas para abordar no artigo. Vejamos, podia ser sobre:

O novo desafio de clubes de futebol e eventos, pensarem literalmente “fora da CAIXA”, afinal com os novos ventos políticos que estão soprando, e com a fala do ministro Guedes, que indaga que "Às vezes, é possível fazer coisas cem vezes melhores com menos recursos do que gastar com publicidade em times de futebol...", fez com que muito time e organizador de evento entrasse em pânico.

Afinal em 2018, a Caixa Econômica Federal investiu em 22 equipes e 7 campeonatos estaduais totalizando R$ 191,7 milhões, sem falar em circuito de corridas.

Mesmo compreendendo que os tempos são outros e que o Banco com essa nova gestão, precisa rever sua política de patrocínio é preciso salientar que o Banco cresceu 3 vezes mais após seu envolvimento nessa área.

Mas uma coisa é fato, a dependência de um patrocinador só é prejudicial para o evento, seus espectadores e times, que nesta perspectiva vão perder 20% de suas receitas.

No caso dos times da Série B chega até 70% e com somente uma marca presente fortemente, as ativações são pouco versáteis e plurais. Talvez seja o momento do mercado de futebol – em especial, repensar suas captações de patrocínio e de novas marcas se aventurarem nesse midiático mercado.

Há quem diga que assim como na Premier League (a liga mais rica em investimentos da Europa) onde metade dos times tem patrocínios de casas de apostas, pode ser um caminho para o Brasil, já que a lei 13.756/18 foi promulgada no Congresso e refere-se à medida provisória de aprovação de apostas no Brasil e com isso os sites estariam lícitos e ávidos por tornarem-se conhecidos e com verba para investir em campanha de divulgação e relacionamento com seus novos clientes. Futebol + apostas, junção perfeita.

Mas ninguém tá interessado em futebol, tá todo mundo falando do Carnaval, e que tal...comentar sobre a Folia paulistana e suas cifras incríveis, pode ser interessante.

Afinal, por mais que Rio de Janeiro, Bahia e Recife sejam referências nesta festa e foco das grandes marcas para suas ativações, neste ano,  São Paulo teve 556 blocos cadastrados na prefeitura, desbancando o Rio de Janeiro com 60 blocos a mais que os cariocas. 

A movimentação do Carnaval gerou R$ 730 milhões para a cidade, sendo R$ 550 milhões focada nos blocos*. E além do forte apelo das marcas de cerveja, chama a atenção algumas sacadas como a da Nextel que investiu no Carnaval da Quebrada, doando verbas de R$ 15.000-R$5.000,00 para blocos em Itaquera, V. Medeiros e outros bairros distantes, diga-se de passagem, lá a marca não teve nenhuma concorrência.

Já o Sympla, site de ingressos e inscrições em eventos, colocou um ônibus circulando entre os blocos mais famosos, facilitando o traslado dos foliões com muita água e DJ, para que o caminho fosse com muita alegria.

Mas o Carnaval já passou, acho que perdi o timing, então que tal....falar sobre o Dia da Mulher, comemorado num outro tom por entidades e marcas, de maneira a não só elogiar e exaltar a força das mulheres, mas apoiar efetivamente a cruzada contra o feminicídio e equilíbrio entre os gêneros?

Nada melhor do que o feito das marcas Visa e Adidas que pela primeira vez vão pagar o mesmo bônus para as atletas femininas na Copa do Mundo que acontece em julho em Paris, mostrando efetivamente que estão engajadas com a causa.

Já a Nike, com curadoria do Museu do Futebol e apoio da CBF, criou uma exposição a céu aberto em plena Av. Paulista de 05 a 11 de março, homenageando e mostrando a história das mulheres que bravamente atuaram e atuam no futebol feminino. 

Bacana, empoderamento de verdade, mas seria legal algo que aconteceu essa semana, para ser bem recente....talvez ...o SXSW - afinal, o superfestival que fala de tecnologia, inovação, disrupção, música e mais 1.000 coisas, contém mais de 2.000 palestras é frequentado por 70.000 pessoas em 10 dias e este ano o Brasil é o país com a segunda maior delegação presente, com mais de 1.400 brazucas por lá.

Mas, se eu falar disso, terei que comentar sobre a impressora 3D que imprime sushi, do robô que joga videogame, das palestras que indicam que os podcasts serão a grande pedida, ... mas, eu não estou lá, será pura reprodução de opiniões de colegas, não me parece justo falar sobre...

Pera aí, tem notícia quentinha, como a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que tornou ilegal a cobrança de taxa de conveniência na venda on-line de ingressos para shows e outros eventos.

Por hora, isto afeta somente a empresa Ingresso Rápido, devido uma ação coletiva protocolada na Justiça de Rio Grande do Sul, com isso abre um precedente e os Procons das cidades já se articulam, para possíveis notificações por cobrança indevida, e, com isso, de uma certa maneira “barateia” alguns eventos. 

É, esse tópico, pode trazer mais interesse, pois mexe no bolso das pessoas.

Ah, e se eu falar do livro que terminei de ler no feriado – Escrita Criativa – da ideia ao texto, do Rubens Marchiori (Editora Contexto). Sublinhei tanta coisa lá, quem sabe eu possa me inspirar e encontrar uma forma diferente de estruturar meu artigo e entreter meus leitores.

Já são 02h da matina, amanhã dou um jeito de fechar isso.

Quinta-feira 14 de março

Assunto: Artigo Líbia_Março

Equipe Promoview,

Segue texto acima, espero que gostem.

Abço

Líbia : )

*Dados Observatório de Turismo.

 

Por Líbia Macedo.

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